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Planos Evangelisticos Regionais em Resposta à Missão Inacabada da Igreja
Escrito por Administrador   
Sexta, 11 Abril 2008 15:34

Michael L. Ryan, à direita, um dos vice-presidentes da denominação, e Gary Krause, director do Departamento da Missão Adventista, discutem a necessidade da Igreja em acelerar sua obra entre pessoas e grupos não alcançados.Dirigentes adventistas pedem planeamento "inteligente e estratégico"

8 de Abril de 2008 Berrien Springs, Michigan, Estados Unidos da América
Elizabeth Lechleitner/ANN

A fim de responder à missão inacabada da Igreja Adventista do Sétimo Dia, oficiais denominacionais votaram ontem no Concílio de Primavera, desenvolver planos criativos e financeiramente responsáveis para alcançar povos e grupos não atingidos em seus respectivos territórios.

Os delegados do Concílio de Primavera reflectiram num relatório de 6 de Abril sobre a “esmagadora” dimensão do trabalho que espera a Igreja. Desde que a denominação estabeleceu o que agora e conhecido como Departamento da Missão Adventista, os adventistas estão operando em 19 novos países. Contudo, a Igreja não tem qualquer trabalho organizado em 26 nações, incluindo o Afeganistão e a Somália. Em 2006, enquanto a população mundial -- agora com 6,5 biliões de pessoas -- cresceu em 95 milhões, apenas 1 milhão de pessoas se uniu à Igreja Adventista do Sétimo Dia. E há 2,1 biliões de pessoas mais que não foram alcançadas no mundo hoje do que em 1990, quando foi organizada a Missão Global.

“Nosso Deus é especialista em realizar o impossível”, declarou Homer Trecartin, director de planeamento para o Departamento da Missão Adventista, a nível mundial. Trecartin citou dezenas de estatísticas “animadoras” -- nas últimas duas décadas, por exemplo, a população adventista no Cambodja subiu de zero para 8.000, e aproximadamente um em cada 12 jamaicanos é adventista.

Contudo, os dados na Arábia Saudita são muito menos encorajadores, disse Trecartin, sugerindo que enquanto pessoas de meios cristãos têm historicamente achado o adventismo relevante, a Igreja deve realizar um trabalho muito melhor nos contactos com muçulmanos, judeus, budistas, hindus e outros grupos religiosos com diferentes pontos de referência, disse ele.

Mark Finley, um dos vice-presidentes da Igreja, disse que a despeito de algumas estatísticas desanimadoras, os adventistas não devem pensar que a conclusão da obra da Igreja é impossível nem que redobrar os esforços será o suficiente para superar o desafio. ”a primeira reacção] conduz-nos ao desespero; a segunda à exaustão física, emocional e espiritual”. Ao invés, o relatório deveria despertar “reflexão mais cuidadosa, objectiva e estratégica” entre os dirigentes da Igreja. Finley também sugeriu que um reenfoque em Deus e na missão conduziria os líderes da Igreja a “reajustar as finanças e renovar a prioridade da missão na Igreja”.

Actualizado em Sexta, 11 Abril 2008 16:01